domingo, 11 janeiro 2026

Em nova análise, IMA mantém dois pontos impróprios para banho na Praia Central de Garopaba

Levantamento divulgado nesta sexta-feira (9) indica que três dos cinco pontos monitorados no município seguem próprios para banho.
Foto: Divulgação/IMA
Foto: Divulgação/IMA

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) divulgou nesta sexta-feira (9) o relatório de balneabilidade nº 9 da temporada 2025/2026, com base em coletas realizadas entre os dias 5, 6 e 7 de janeiro de 2026. Em Garopaba, dos cinco pontos monitorados pelo programa estadual, três apresentaram condição própria para banho e dois permaneceram classificados como impróprios, conforme o documento oficial do Instituto .

De acordo com o relatório, a Lagoa da Ferrugem (Ponto 4), localizada na Estrada Geral da Ferrugem, à direita do acesso principal, apresentou condição própria para banho na coleta realizada na terça-feira (6). A Praia da Vigia (Ponto 5), em frente ao acesso principal, também foi considerada própria.

Ainda conforme o levantamento, a Praia do Siriú (Ponto 3), na Estrada Geral da Praia do Siriú, manteve-se própria para banho nesta rodada de monitoramento.

Por outro lado, a Praia de Garopaba segue com dois pontos classificados como impróprios. O Ponto 1, localizado em frente à praça central, e o Ponto 2, na Rua Lauro Severiano Muller, não atenderam aos critérios estabelecidos para balneabilidade na última coleta realizada pelo IMA.

Em Imbituba, todos os pontos analisados nesta rodada apresentaram condição própria. Entre eles estão a Lagoa de Ibiraquera, Praia da Ribanceira, Praia da Vila Nova, Praia de Ibiraquera, Praia do Porto e Praia do Rosa, conforme o relatório divulgado pelo IMA.

O relatório nº 9 aponta que, em todo o Estado, 169 dos 259 pontos monitorados estão próprios para banho, o que representa 65% do total avaliado. Outros 91 pontos, equivalentes a 35%, foram classificados como impróprios .

O Programa de Monitoramento da Balneabilidade é regulamentado pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 274/2000, que define os critérios com base na concentração da bactéria Escherichia coli em amostras coletadas nas últimas cinco semanas no mesmo local.

Segundo o IMA, o banho de mar não é recomendado nas primeiras 24 a 48 horas após chuvas intensas, especialmente em áreas próximas a canais e galerias de águas pluviais. Nessas condições, a água da chuva pode transportar contaminantes até o mar, elevando os riscos à saúde dos banhistas.

As informações detalhadas do relatório, bem como o histórico de cada ponto monitorado, podem ser consultadas no site do IMA, onde os dados são atualizados automaticamente a cada conclusão de análise laboratorial.

O relatório completo está disponível neste link.

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