sexta-feira, 13 fevereiro 2026

Praia do Siriú e Praia Central de Garopaba têm pontos impróprios para banho, aponta IMA

Coletas da terça-feira (10) apontam alteração no Siriú e mantêm restrição na Praia Central; em Santa Catarina, 32,31% dos pontos estão impróprios.
Foto: Divulgação/IMA
Foto: Divulgação/IMA

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) divulgou nesta sexta-feira (13) o relatório de balneabilidade, com dados coletados na terça-feira (10). Em Garopaba, o documento aponta ponto impróprio para banho na Praia do Siriú e mantém um dos pontos da Praia Central, na Praia de Garopaba, também classificado como impróprio. Dos cinco pontos monitorados em Garopaba, dois estão impróprios para banho.

De acordo com o relatório, na Praia do Siriú (Ponto 3), localizada na Estrada Geral da Praia do Siriú, a amostra coletada na terça-feira (10) registrou 6.131 NMP/100ml de Escherichia coli, índice que enquadra o local como impróprio conforme os critérios estabelecidos pela Resolução Conama nº 274/2000.

Na Praia de Garopaba, conhecida como Praia Central, o Ponto 2, situado na Rua Lauro Severiano Muller, foi novamente classificado como impróprio. A amostragem mais recente apontou 961 NMP/100ml de Escherichia coli, mantendo o histórico de resultados acima do limite permitido nas últimas semanas analisadas.

Por outro lado, o Ponto 1 da Praia Central, em frente à praça, apresentou condição própria na coleta realizada na terça-feira (10), com 560 NMP/100ml. A Lagoa da Ferrugem (Ponto 4) e a Praia da Vigia (Ponto 5) também seguem próprias para banho, conforme os dados divulgados pelo Instituto.

No cenário estadual, o relatório aponta que 169 dos 259 pontos monitorados no litoral catarinense estão próprios para banho, o que representa 67,69% do total. Outros 90 pontos foram classificados como impróprios, o que representa 32,31 % do total, segundo o balanço divulgado pelo IMA.

O Programa de Monitoramento da Balneabilidade é regulamentado pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 274/2000. A classificação considera a concentração da bactéria Escherichia coli em amostras coletadas nas últimas cinco semanas no mesmo local.

Segundo a legislação, a água é considerada própria quando, em pelo menos 80% das amostras, os índices não ultrapassam 800 Escherichia coli por 100 mililitros. Já a condição imprópria ocorre quando mais de 20% das amostras superam esse limite ou quando a última coleta apresenta valor acima de 2.000.

O IMA alerta que o banho de mar não é recomendado entre 24 e 48 horas após chuvas intensas, especialmente em áreas próximas à saída de canais e galerias de águas pluviais. De acordo com o Instituto, a água da chuva pode carregar resíduos e contaminantes até o mar, comprometendo a qualidade da água.

As informações completas do relatório podem ser consultadas no site do IMA, que atualiza automaticamente o status de cada ponto monitorado. Durante o período de outubro a março, o monitoramento das praias catarinenses é realizado semanalmente, com divulgação regular dos resultados.

O relatório completo está disponível neste link.

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